O hash SHA-256 da tua obra é ancorado num bloco da blockchain via OpenTimestamps. Imutável e descentralizado.
Prova que é teu.
Antes de o mostrares.
O Mint cria uma prova criptográfica e imutável de anterioridade para tudo o que crias. Sem papelada, sem notários, sem esperas.
Quatro passos. Segurança para sempre.
Três provas. Verificáveis e independentes.
Cada registo é suportado por três padrões internacionais independentes. Qualquer pessoa pode verificar, mesmo que o Mint deixe de existir.
Carimbo independente sobre o SHA-256, emitido por uma Time Stamping Authority pública. Padrão internacional usado por governos e tribunais.
Assinatura detached do PDF feita com o certificado da plataforma. Atesta a integridade do documento e a identidade do emissor.
Experimenta com qualquer ficheiro.
Arrasta um ficheiro abaixo. Geramos o hash localmente, nada é enviado para servidor algum.
Para quem cria primeiro.
Designers e ilustradores
Regista posters, logos, ilustrações antes de partilhar com clientes ou em portfolio.
Escritores e jornalistas
Guarda manuscritos, artigos, guiões. Prova quando os escreveste, antes de qualquer publicação.
Fotógrafos e cineastas
Datação inviolável de RAWs, brutos, edits finais. Útil para licenciamento e disputas.
Programadores
Marca a anterioridade de algoritmos, snippets ou prototypes antes de open-sourcing.
Qualquer pessoa pode verificar.
Largar um ficheiro e descobre se foi registado no Mint, quando, e por quem. Sem conta. Sem custo. Para sempre.
FAQ
Respostas curtas para as dúvidas mais comuns sobre o registo.
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01
Como verifico um registo de forma independente?
O Mint não é necessário para validar um registo. Cada certificado contém três provas que podes verificar offline com ferramentas públicas:
01Calcula o hash SHA-256 do ficheiro originalshasum -a 256 ficheiro
02Verifica a anterioridade na blockchainots verify ficheiro.ots
03Confirma o carimbo de tempo RFC 3161openssl ts -verify -in ficheiro.tsr -data ficheiro
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02
O que acontece se o Mint deixar de existir?
Os ficheiros de prova que descarregas (.ots, .tsr, .p7s) continuam válidos para sempre. A âncora está na blockchain pública e os carimbos de tempo são emitidos por autoridades externas. O serviço Mint é opcional para a verificação.
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03
O Mint vê o conteúdo dos meus ficheiros?
Não. O hash SHA-256 é calculado no teu navegador antes de qualquer ficheiro ser enviado. Apenas o hash de 64 caracteres é guardado e ancorado, nunca o ficheiro em si. Se preferires, podes registar trabalhos sem nunca os carregar.
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04
Quanto custa registar?
O registo é gratuito. Inclui o hash SHA-256, a âncora na blockchain via OpenTimestamps e o carimbo de tempo RFC 3161. Vamos lançar funcionalidades pagas mais à frente, mas o registo de anterioridade vai continuar sempre acessível.
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05
Que valor tem isto em tribunal?
Um hash ancorado numa blockchain pública e um carimbo de tempo emitido por uma autoridade RFC 3161 são tecnicamente reconhecidos como prova de existência numa data. Em Portugal e na UE alinham-se com o regulamento eIDAS para carimbos de tempo qualificados. O Mint produz a evidência técnica; a aceitação processual depende sempre do contexto e do tribunal.
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06
Posso registar qualquer tipo de ficheiro?
Sim. Imagens, vídeos, áudio, PDFs, código, manuscritos, ficheiros binários ou texto simples. O hash SHA-256 funciona para qualquer ficheiro até 5 GB. Para obras maiores divide em partes ou regista um ficheiro de manifesto.